31 de mai. de 2013

Educação


Baixa velocidade de acesso à web é barreira à adoção da tecnologia em sala de aula.

Estudo mostra que um terço das escolas públicas tem conexão inferior a 1 MB.

A baixa velocidade das conexões com a internet nas escolas públicas brasileiras é uma barreira à adoção da tecnologia como ferramenta de apoio pedagógico em sala de aula. Foi o que 78% dos diretores, 73% dos professores e 71% dos coordenadores de unidades de ensino afirmaram ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que divulgou nesta quinta-feira os resultados da pesquisa TIC Educação 2012. O centro de estudos do comitê (Cetic.br) ouviu 1.592 professores, 831 diretores, 773 coordenadores e 8.332 alunos dos ensinos fundamental e médio, distribuídos em 856 escolas brasileiras. Dessas, dois terços são públicas – municipais e estaduais – e um terço, particulares.
A pesquisa apurou que 90% das escolas públicas têm acesso à internet, mas 32% delas possuem conexão inferior a 1 megabite por segundo, enquanto 26% se conectam com velocidade entre 1 e 2 megabites por segundo. Do total, 24% dos diretores disseram não saber a velocidade da internet de suas instituições.
Além disso, 52% dos educadores de rede pública declararam que foi preciso fazer um curso de informática para aprender a usar o computador e a internet com fins pedagógicos. Para isso, três quarto deles tiveram que pagar o curso do próprio bolso, enquanto 22% foram beneficiados com aulas franqueadas pelo governo.
Outros dados mostram que, na hora de desenvolver habilidades no computador, a maioria dos professores recebe apoio de revistas e textos especializados (46%) ou de colegas de trabalho – como outros educadores (79%), coordenadores ou pedagogos (61%), diretores (57%) e monitores (46%). Só depois, vem a ajuda das secretarias de ensino, que ajudam 39% dos docentes.
O estudo ainda aponta com que frequência são realizadas as principais atividades voltadas aos alunos na sala de aula. No ranking, as tarefas que envolvem o uso do computador estão em último lugar, com 2% de frequência. E, durante o pouco tempo em que se mexe com o computador em sala de aula, 62% dos educadores têm o costume de ensinar os alunos a utilizar a máquina e a navegar na internet. Essa atitude entra em conflito com outros dados da pesquisa que indicam que 62% dos alunos de escola pública já possuem computadores em casa e, inclusive, 44% deles fazem uso da internet no celular.
Revista Veja 24/05/2013 - 11:10
Postado por: Antídio Guedes

Ferramentas online à serviço das criações amadoras

Aos escritores, que porventura estejam no hall dos amadores e pensam que ter um livro publicado é difícil, agora suas criações podem circular o mundo.

Para isto acontecer, é necessário apresentar uma  sinopse do livro que deseja publicar no site pubslush.com, depois as pessoas avaliarão e emitirão se concordam ou não com o seu trabalho, se esta avaliação for positiva o autor ganha um financiamento para ajudar na publicação do seu livro. No site da Pubslush a cada livro publicado, um é doado para a educação de crianças carentes. 

Valiosa ferramenta para divulgar trabalhos de todo mundo, principalmente de professores e alunos.


Fonte: Revista Info, Março 2013.

Postado por Milena Ramos.

30 de mai. de 2013

Tecnologias X Educação


        Nos dias atuais, o constante avanço na tecnologia tem provocado impactos nos estabelecimentos de ensino, ocasionando modificações em sua conduta, o qual deixa de ser um método de ensino conservador e estático, onde o professor ditava seu conhecimento e os alunos gravavam e não aprendiam, para oferecer uma educação mais dinâmica, forçando ao profissional a ir sempre à busca de novos conhecimentos gerias e específicos, com uma didática mais lúdica para melhorar o aprendizado, e forçando aos alunos a irem em busca do aprender em novos horizontes, por meio da tecnologia.


Postado por: Alba Cristina S. Barbosa de Jesus

27 de mai. de 2013

Uso das novas tecnologias em sala de aula


Em um mundo tecnológico, integrar novas tecnologias à sala de aula ainda é pouco frequente e um desafio para docentes. Em muitos casos, a formação não considera essas tecnologias, e se restringe ao teórico, ou seja, o professor precisa buscar esse conhecimento em outros espaços. Isso nem sempre funciona, pois frequentar cursos de poucas horas nem sempre garante ao professor segurança e domínio dessas tecnologias.
Embora alguns ainda se sintam inseguros e despreparados, muitos educadores já perceberam o potencial dessas ferramentas e procuram levar novidades para a sala de aula, seja com uma atividade prática no computador, com videogame, tablets e até mesmo com o celular.
O fato é que o uso dessas tecnologias pode aproximar alunos e professores, além de ser útil na exploração dos conteúdos de forma mais interativa. O aluno passa de mero receptor, que só observa e nem sempre compreende, para um sujeito mais ativo e participativo. O ideal seria testar as novas tecnologias e identificar quais se enquadram na realidade da escola e dos alunos. Uma das dificuldades é a falta de infraestrutura de algumas escolas e a falta de formação de qualidade para os professores quanto ao uso dessas novas tecnologias.
A tecnologia também auxilia o professor na busca por conteúdos a serem trabalhados. O Google, por exemplo, criou um espaço próprio para a educação, o Google Play for Education – que será lançado no segundo semestre, sendo a versão em português ainda sem data de lançamento. A finalidade é auxiliar professores que buscam atividades educacionais com tecnologia. O programa faz uma peneira por disciplina e série para sugerir aplicativos educacionais específicos para tablets. O professor pode, por exemplo, criar um grupo da sala em que todos os alunos poderão acessar o aplicativo, facilitando a participação.
Hoje, com todos os avanços, existe a necessidade de adequação, de abertura para o novo, a fim de tornar as aulas mais atraentes, participativas e eficientes. A ideia não é abandonar o quadro negro, mas usar das novas tecnologias em sala de aula.


Segue a dica:

Como usar e preservar a bateria do notebook

Deixar o notebook ligado o tempo todo reduz a vida útil da bateria?



Helito Bijora - to Tec Tudo

www.aindahoje.com Dúvidas sobre bateria do notebook

Como acontece com vários produtos relacionados a informática, as baterias são cercadas de mitos. Remover ou não a bateria ao utilizar o notebook na tomada? Tem problema comprar bateria pirata? Para sanar essas e outras dúvidas.

É verdade que devemos tirar o carregador da tomada quando a bateria do notebook carregar por completo?

Não. Se você tem uma tomada a disposição e não precisa de mobilidade, é preferível manter o notebook conectado à tomada. Toda bateria possui vida útil limitada pelo número de cargas. Portanto, utilizá-la sem real necessidade acarretará um desgaste desnecessário que contribuirá para o abreviamento de sua vida útil.

É necessário remover a bateria caso queiramos usar o computador ligado direto na tomada?

Não. Atualmente, as baterias de íons de lítio não possuem o efeito memória – ou vício, como é popularmente conhecido. Esse fenômeno era comum nas antigas baterias de níquel cádmio, que precisavam ser totalmente descarregada antes de iniciar uma nova recarga. Além disso, manter a bateria no computador evita que você perca seu trabalho em casos de queda de energia.

Deixar o notebook ligado o tempo todo reduz a vida útil da bateria?

Se o computador estiver sempre conectado à tomada, não. A vida útil da bateria é medida pelo número de vezes em que ela atinge o 100% de carga, ou seja, o número de carga e descarga – ou ciclos, se preferir. Se o computador permanece sempre ligado à rede elétrica sem que o nível de carga da bateria seja alterado, não acarretará nenhum desgaste na bateria.

A bateria estraga se deixá-la zerar?

Sim. Quando o sistema operacional informa que o computador precisa ser conectado em uma tomada pois a bateria está sem carga, na verdade, a bateria ainda armazena uma quantidade mínima de energia para mantê-la funcional. Se você deixar a bateria descarregada guardada por um longo período de tempo, essa carga mínima de funcionamento pode ser perdida. Se isso acontecer, a bateria fica inutilizável.

Por que meu notebook não 'segura' a carga da bateria?

A vida útil da bateria deve estar no fim. Provavelmente ela já atingiu o número de ciclos (recarga e descarga) suportado – algum valor entre 300 e 400. O tempo varia de acordo com o uso, mas as baterias não costumam durar mais do que dois anos funcionando com toda sua capacidade. Passado alguns anos, o desgaste natural faz com que a bateria não aguente mais do que alguns minutos longe da tomada. Nesse caso, a solução é apenas uma: a substituição
Beijos

Jucy Andrade

Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional



Atenção Colegas do Curso de Letras.  Vamos atualizar nossa prática pedagógica, vamos motivar, chamar a atenção dos nossos alunos em sala de aula, vamos trabalhar com materiais diferenciados, com jogos e mídias digitais, com Novas Tecnologias. Segue um Programa que vai nos capacitar, nos ajudar neste aspecto. Beijos

Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional (ProInfo Integrado)

O que é?

O ProInfo Integrado é um programa de formação voltada para o uso didático-pedagógico das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no cotidiano escolar, articulado à distribuição dos equipamentos tecnológicos nas escolas e à oferta de conteúdos e recursos multimídia e digitais oferecidos pelo Portal do Professor, pela TV Escola e DVD Escola, pelo Domínio Público e pelo Banco Internacional de Objetos Educacionais.

CURSOS OFERTADOS

Introdução à Educação Digital (40h): Curso básico para professores que não têm o domínio mínimo no  manejo de computadores/internet. O objetivo deste curso é  possibilitar aos professores e gestores escolares a utilização de  recursos tecnológicos, tais como: processadores de texto, apresentações multimídia, recursos da Web para produções de trabalhos escritos/multimídia, pesquisa e análise de informações na Web, comunicação e interação (e-mail, lista de discussão, bate-papo, blogs).

Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC (100h) - visa oferecer subsídios teórico-metodológicos práticos para que os professores e gestores escolares possam:

- compreender o potencial pedagógico de recursos das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no ensino e na aprendizagem em suas escolas;

- planejar estratégias de ensino e de aprendizagem,  integrando recursos tecnológicos disponíveis e criando situações para a aprendizagem que levem os alunos à construção de conhecimento, ao trabalho colaborativo, à criatividade e resultem efetivamente num bom desempenho acadêmico.    

- utilizar as TIC nas estratégias docentes, promovendo situações de ensino que focalizem a aprendizagem dos alunos e resultem numa melhoria efetiva de seu  desempenho. 

Elaboração de Projetos (40h) : visa capacitar os professores e gestores escolares para que eles possam desenvolver projetos a serem utilizados na sala de aula junto aos alunos, integrando as tecnologias de educação existentes na escola.